segunda-feira, 18 de abril de 2016

REGENERAÇÃO ÓSSEA - O CORPO RECONSTRÓI OS SEUS OSSOS


OSSOS e REGENERAÇÃO ÓSSEA

Os ossos ajudam a sustentar o corpo e a proteger seus órgãos.
Alguns órgãos precisam de mais proteção do que outros. Por exemplo, o cérebro e a medula espinhal são protegidos pelo crânio e pela espinha. O coração, pulmões, e intestinos, por exemplo, são protegidos pelas costelas, ossos do quadril e espinha.
Além disso, os ossos armazenam nutrientes e minerais importantes e produzem células sanguíneas. O corpo humano tem mais de duzentos ossos.



A visão interna de um osso do braço mostra que ele é composto de dois tipos diferentes de tecido ósseo. As partes externas são formadas por tecido compacto, e a parte interna, por tecido esponjoso.
 Os dois tipos são constituídos de cálcio e outros minerais, fibras de proteína e água.
O tecido ósseo compacto é sólido e muito duro. Ele compõe a camada externa de todos os ossos. O tecido ósseo esponjoso fica sob a maioria dos tecidos compactos. Sua aparência lembra a de um favo de mel ou uma esponja, mas ele não é mole. Os diversos espaços que nele existem permitem que amorteça choques ou pressões repentinas exercidas sobre o osso.





A medula óssea preenche os espaços vazios no tecido ósseo esponjoso e também nos ossos longos. Ela é uma substância mole, gelatinosa, e pode ser vermelha ou amarela. A medula vermelha forma as células do sangue e a amarela armazena gorduras.



Uma membrana fina recobre cada osso. Ela contém nervos, vasos sanguíneos  e células especiais que reparam o tecido ósseo danificado. O corpo é capaz de reconstruir ossos que se desgastam ou se quebram.
Os vasos sanguíneos levam nutrientes ao osso e, dele, transportam células sanguíneas para o restante do corpo.

Fraturas
Um osso quebrado é considerado uma fratura simples se permanece sob a pele. Porém, quando rompe a pele, aparecendo na parte de fora, é uma fratura exposta.



 A reconstituição óssea em si se dá a partir de duas membranas bastante vascularizadas: o periósteo e o endósteo. Enquanto o periósteo envolve por completo os ossos, o endósteo é uma camada mais fina que os reveste internamente. Tanto o periósteo quanto o endósteo têm capacidade de produzir as células chamadas osteoblastos, que darão origem ao tecido ósseo. 

PERIÓSTEO: É uma membrana fibrosa que recobre a superfície óssea, exceto em extremidades particulares. O periósteo possui uma vascularização especial, o que lhe permite funcionar como elemento regenerador do osso quando este se fratura, por exemplo.Os seus vasos capilares penetram nos canais de Havers assegurando a nutrição do osso.


Endósteo
Toda a superfície interna dos ossos é revestida por células que em conjunto constituem uma camada denominada endósteo. O endósteo é geralmente uma camada muito delgada, frequentemente formada pela camada de osteoblastos e osteoclastos colocados sobre o tecido ósseo.
Menos espessa que o periósteo, é formada por osteoblastos, osteoclastos e células-fonte do tecido ósseo.



Osteoblastos
Sua função básica é a formação do tecido ósseo.

Osteoclastos 
Sua função básica é a de reabsorção óssea.

Para que haja a integridade do tecido ósseo é necessário que haja um equilíbrio entre a formação e a destruição existindo, desta forma um equilíbrio entre a atividade dinâmica osteoblasto/osteoclasto.

O desequilíbrio é responsável pela alteração da resistência óssea, fato este que ocorre em diversas condições patológicas como, por exemplo, a osteoporose.




Tecido Ósseo
 Os ossos têm como funções sustentar o organismo, servir de alavancas movidas pelos músculos para os movimentos, proteger certas estruturas como o sistema nervoso central e servir de reservatório de íons de cálcio para o organismo. 

Como é formado o tecido ósseo.


Para produzir tecido ósseo novo, células especiais constroem uma estrutura de proteína. Então o sangue leva o cálcio, que adere à estrutura. Quando o cálcio endurece, o novo tecido se completa. 

Sem cálcio no plasma sanguíneo, não há possibilidade de funcionamento do metabolismo, uma vez que este íon entra em um grande número de sistemas enzimáticos. 

Metabolismo do cálcio

O metabolismo do cálcio começa no intestino onde cálcio e fósforo são absorvidos .

 Convém ressaltar que o magnésio é indispensável à fixação de cálcio nos ossos, sua falta pode causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.

Sobre o Magnésio:
http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/55.html


Sobre o Cloreto de Cálcio:
http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/48_10.html




osso. In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica, 2016
http://biologia.ifsc.usp.br/

http://www.sobiologia.com.br/

Oleuropeína para OSTEOPOROSE - - Oleuropeína e o HIPOTÁLAMO - Mitocôndrias - Vit E

Oleuropeína - Azeite  




Contra a osteoporose 
Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de
oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a
osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.



Uma pesquisa espanhola conduzida há vários anos determinou que uma das propriedades da oleuropeína é ajudar a produção de células ósseas que se regeneram, ajudando a combater a osteoporose. 

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do
esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de
destaque como protetor dos ossos - muito longe disso. A questão é que a
ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada
posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. Um estudo da
Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol
aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em
folha
. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o
arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica
o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e
Ortopedia, em Brasília. 

Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução óssea. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. 

Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. 

O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de
osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses
construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva
extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. 


“Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse
Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 


Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo
para ocorrer. E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de
vez em quando, saiba que existe mais uma opção. “A substância também é
fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.

Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do
óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. “Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim,
bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite
diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das
placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. 


“Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a
cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro.
“Esses compostos impedem que os radicais livres - moléculas que provocam
danos às células - oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de
placas nos vasos.


” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal.

Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto
energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a
harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além
disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no
cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.

A oleuropeína - voltamos a falar dela - tem participação no pelotão
anti-inflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes
significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de
moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia
Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas
propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre
eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que
esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das
células responsáveis pela obtenção de energia - dessa forma, fica mais
difícil uma célula se aposentar antes da hora.

Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De
preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes - o azeite não
gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas
qualidades. 

OSTEOPOROSE – COMO OS OSSOS SÃO AFETADOS - Excreção

OSTEOPOROSE – COMO OS OSSOS SÃO AFETADOS


Os ossos são afetados, pelo consumo excessivo de proteínas, sal, gordura saturada, açúcar, farinhas etc . Pelo uso do álcool, cafeína, tabaco e outros elementos que acidificam o sangue como: toxinas ambientais; estresse; químicas nos alimentos e nos produtos de limpeza e uso pessoal ; pela poluição invisível atmosférica, telúrica e eletromagnética e por fatores que limitam o funcionamento das glândulas endócrinas.

Estudos apontam 18 nutrientes fundamentais na construção óssea, essenciais para a saúde ótima dos ossos. Temos no Brasil há mais de 40 anos um produto com de 50 elementos e totalmente natural.

 Se a dieta for deficiente em qualquer destes nutrientes, os ossos sofrerão. Entre eles, estão fósforo, magnésio, manganês, zinco, cobre, boro, silício, flúor, vitaminas: A, C, D, B6, B12, K, ácido fólico, ácidos graxos essenciais e proteínas.

O corpo só usa os sais minerais quando estão no equilíbrio correto.

Dietas ricas em carne, refrigerantes e alimentos industrializados com alto teor de fósforo ocasionam perda alarmante de massa óssea. O corpo precisa retirar o cálcio dos ossos para compensar esse desequilíbrio.

As provas científicas demonstram  que, sozinhos, os suplementos de cálcio não funcionam. E ao contrário do pensamento popular, a suplementação com cálcio não reduz o risco de fraturas. Há hoje provas de que um nível elevado de suplementação com cálcio está na verdade associado a um aumento de 50% do risco de fraturas.

Há muitos a revista Science afirmou-se que "o vínculo entre cálcio e osteoporose foi feito com bases insuficientes" e que os anunciantes estavam muitos à frente das provas científicas.

Mas uma dieta rica em cálcio na primeira infância e os anos anteriores à menopausa realmente fortalece os ossos, reduzindo o risco de sua porosidade depois da menopausa.

 Os piores suplementos de cálcio são farinha de osso, conchas e dolomita, porque não podem ser absorvidos com eficiência e talvez contenham chumbo. 

A ingestão excessiva de cálcio também causa prisão de ventre e, pior, pedras nos rins e calcificação das articulações.

Na sabedoria do corpo, a prioridade máxima é manter o equilíbrio apropriado entre ácidos e bases no sangue. Uma dieta rica em proteínas da carne e dos laticínios apresenta alto risco de osteoporose porque torna o sangue muito ácido. O cálcio, então, precisa ser extraído dos ossos para restaurar o equilíbrio correto. 

Como o cálcio do sangue é usado por todas as células do corpo para manter sua integridade, o organismo sacrifica o cálcio dos ossos para manter a homeostase.

Segundo a dra. Susan Brown, as seis áreas de intervenção que formam o programa mais vigoroso e confiável para a construção e manutenção dos ossos incluem: maximizar a ingestão de nutrientes, aumentar o vigor digestivo, minimizar a ingestão de antinutrientes, exercitar-se (principalmente com pesos), desenvolver uma dieta alcalina e promover a vitalidade endócrina. Ela acredita que "não importa onde você está na evolução da saúde óssea, não importa qual foi o seu estilo de vida; nunca é tarde demais para começar a reconstruir ossos saudáveis. 

Lembrando que a excreção correta é MUITO importante.

Quando uma célula morre, precisa ser excretada pelas vias naturais e quem faz isso é um hormônio solubilizador, que possibilita a saída da parte sólida da célula pela urina, pelo suor e pelos rins. Uma célula é 98% a 99% liquida, mas tem no mínimo 1% sólido.

O FA é Indicado para ajudar nessa excreção.
http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/54.html

Milhares de células mortas formam milhares desses 1% . São resíduos sólidos que vão criar bico de papagaio, cálculos biliares e renais, depósitos sólidos em outras partes do tecido e a artrose, a qual nunca vem sozinha, mas acompanhada de artritismo, de problemas cardiovasculares, de osteoporose e por aí a fora…

Modo de Usar – Começar com 5 gotas em ½ copo de água 1 vez ao dia e ir aumentando para 3 vezes ao dia = 15 gotas/dia

OSTEOPOROSE - OSTEOPOROSE = INFLAMAÇÃO - ANTI DEPRESSIVOS E A OSTEOPOROSE - INSÔNIA


Antidepressivos e osteoporose
Segundo um estudo recente, pesquisadores canadenses se concentraram em um grupo de medicamentos que inclui o Prozac e o Seroxat.

O estudo, publicado na revista científica Archives of Internal Medicine, afirmou que o uso destes antidepressivos está ligado a um maior número de quedas e a uma redução da densidade óssea.
A equipe da Universidade McGill, em Montreal, estudou cinco mil pessoas acima de 50 anos durante cinco anos. Os pesquisadores analisaram o uso deste tipo de antidepressivo, densidade mineral dos ossos na espinha lombar e quadril e o número que quedas que as pessoas sofreram.Os pesquisadores descobriram que 137, com uma idade média de 65 anos, usavam os antidepressivos diariamente.
Foi descoberto que estas pessoas tinham o dobro de risco de quedas, com ferimentos afetando principalmente o cotovelo, tornozelo, pé e quadril.
Quanto maior a dose de antidepressivos, maior o risco de quedas, segundo a pesquisa. E os que tomavam este grupo de antidepressivo apresentaram 4% menos densidade mineral óssea no quadril do que aqueles que não consumiam diariamente e uma diminuição de 2,4% na espinha lombar.
A serotonina - cujos níveis são alterados por este grupo de antidepressivos - é um elemento químico que tem um papel muito importante E também foram encontrados em células ósseas, onde eles influenciariam a formação de ossos.
 Os autores, liderados por Brent Richards, afirmaram que "pessoas idosas têm risco maior de desenvolver osteoporose e depressão".
"O uso diário deste grupo de antidepressivos para tratamento da depressão podem aumentar o risco de fratura subsequente. Estes riscos precisam ser equilibrados com os benefícios ganhos pelo tratamento de depressão. Com o uso do GFU - Eletroterapia você deixa de ter a depressão. Já foi comprovado que a depressão é uma doença inflamatória. Veja sobre em: 
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/x_547.html
INSÔNIA E HORMÔNIOS
Entre todos os problemas que podem ser causados pela privação do sono, os distúrbios hormonais estão entre os mais importantes. As pessoas que dormem menos do que o necessário estão dificultando a tarefa do organismo de realizar alguns processos que são fundamentais para o equilíbrio entre todas as funções que o corpo precisa desempenhar para ter saúde.


O neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono da Unifesp, dá dicas simples de como espantar a insônia:

1- Antes de ir para o quarto, é fundamental aplacar as ansiedades do dia a dia. Não vá para a cama assim que chegar do trabalho. Primeiro tome um banho morno, procure relaxar, para só então ir se deitar.

2- Desligar a TV e o computador é um método bastante eficaz. A luz desses aparelhos atrasa a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir.

3- Exercícios físicos devem ser feitos até quatro horas antes de ir dormir, ou o corpo ainda estará agitado. Na cama só vale o sexo que, aliás, é ótima para relaxar.

4- Um chá também ajuda, porém, é preciso escolher as ervas certas. Nada de tomar
chá
preto ou verde, ricos em cafeína, que é estimulante. Infusões de melissa e camomila induzem ao sono e ainda melhoram a sua qualidade.

5- Coma pouco à noite. Faça uma refeição leve, usando, por exemplo, aspargos, palmito, arroz, batata, aveia e soja. Tomar sopas com esses ingredientes é uma excelente pedida, principalmente nas noites mais frias.

6- Aquele bife suculento jamais deve ser comido à noite, porque a proteína que compõe esse alimento ativa o sistema nervoso simpático, responsável, entre outras funções, por deixar seu corpo em estado de alerta, favorecendo, assim, maior descarga de adrenalina.

7- Um ritual interessante é depois do banho morninho, acender uma lâmpada azul e pingar algumas gotas de óleo de lavanda no travesseiro. Essa técnica acalma os pensamentos, relaxa o corpo e induz a um sono melhor.

8- Um copo de leite morno também ajuda a encontrar o caminho para um sono tranquilo, porque o alimento possui (em concentração não muito grande, é verdade), o triptofano, que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor que está fortemente associado ao relaxamento profundo.

9- Não se engane com aquela relaxadinha gostosa que o álcool oferece, porque, após alguns goles, essa substância pode afrouxar estruturas da região da faringe comprometendo a respiração. O resultado é o insuportável ronco, que prejudica as fases do sono, ou o efeito rebote, que é quando a pessoa acorda várias vezes no meio da noite.





terça-feira, 29 de março de 2016

Estenose de canal lombar


Estenose de canal lombar

Estenose lombar é o estreitamento do canal vertebral na região lombar. O canal vertebral contém a medula espinhal desde a porção cervical até a porção lombar alta.
A porção média e a inferior do canal lombar contém as raízes nervosas da chamada cauda equina. O canal estreito pode comprimir estas raízes e determinar sinais e sintomas neurológicos.
SINTOMAS E SINAIS DA ESTENOSE
·         Dor lombar
·         Dor irradiada para nádega ou membros inferiores
·         Alterações de sensibilidade
·         Dificuldade progressiva ao deambular denominada claudicação neurogênica
·         Perda de força em membros inferiores
·         Tronco encurvado anteriormente ao ficar em pé, postura esta que alivia a dor e melhora os outros sintomas
DIAGNÓSTICO DA ESTENOSE
·         Radiografia avalia a curvatura da coluna vertebral e podemos realizar exames dinâmicos para observar instabilidade
·         Ressonância magnética lombar evidencia com melhor clareza as estruturas nervosas comprimidas
·         Tomografia Lombar solicitada para avaliar calcificações ligamentares, diâmetro do forâmen intervertebral e principalmente osteófitos comprimindo o canal vertebral
·         Mielotomografia: na impossibilidade de realizar ressonância magnética, e para avaliar instabilidade com compressão das estruturas nervosas
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
·         Tumor
·         Hérnia de disco
·         Espondilolistese degenerativa
·         Abcesso epidural
·         Aracnoidite inflamatória
·         http://www.colunar.com.br/doencas-da-coluna/estenose-de-canal-lombar

O termo estenose do canal vertebral lombar (ECL) significa a diminuição do espaço anatômico do canal espinhal (local por onde passa a medula e raízes nervosas) e está associado com uma infinidade de sintomas clínicos. A incidência anual de ECL é de cerca de cinco casos por 100.000 indivíduos, sendo quatro vezes maior comum na região lombar do que na cervical. O sintoma característico de ECL é a Claudicação Neurogênica Intermitente, que é a dificuldade em caminhar curtas distâncias devido a fortes dores nas pernas e costas, devendo o paciente sentar-se para poder voltar a caminhar.
ECL podem ser classificadas de acordo com a etiologia (origem primária ou estenoses secundárias) ou de acordo com a anatomia (central, lateral, ou estenose foraminal). ECL primária é causada pelo estreitamento congênito do canal medular, em que os pedículos são mais curtos. A estenose secundária pode resultar de uma ampla gama de condições, mas na maioria das vezes relaciona-se à degeneração crônica, resultando em instabilidade e compressão das raízes nervosas. Outras causas de estenose secundária incluem doenças reumatológicas, osteomielite, traumatismo, tumores, e, em casos raros, doença de Cushing.
A estenose pode ocorrer em um ou em vários níveis ao mesmo tempo, podendo ser unilateral ou bilateral. A estenose entre a quarta e quinta vértebras lombares (L4-5) é a mais frequente, seguida por L3-4, L5-S1 e L1-2. A degeneração do disco intervertebral muitas vezes provoca um abaulamento discal, gerando um estreitamento do canal espinhal (estenose central). Como consequência, perde-se também altura do disco, diminuindo o espaço do recesso lateral e do forame intervertebral (estenose foraminal), exercendo pressão sobre as articulações facetarias e comprimindo as raízes nervosas. Esse aumento de carga também pode levar à artrose das facetas, espessamento dos ligamentos amarelo e longitudinal posterior, além de hipertrofia das cápsulas articulares e o desenvolvimento de cistos facetários (estenose lateral). Como consequência desses acontecimentos, há instabilidade no nível afetado.
A redução da altura do segmento faz o ligamento flavum (ligamento amarelo) se dobrar e se espessar, comprimindo a dura-máter espinal em sua porção posterior (estenose central). A instabilidade concomitante devido à frouxidão ligamentar e degeneração dos discos e facetas intensificam as alterações preexistentes, acelerando o processo degenerativo.
Cada um desses vários processos degenerativos que participam no desenvolvimento de ECL pode causar sintomas clínicos independentes e tornam o diagnóstico e o tratamento mais difíceis. O sintoma mais comum associado à ECL é a claudicação neurogênica intermitente. A compressão da raiz provoca inflamação localizada, que afeta estado excitatório do nervo, gerando dor. O grau de compressão é aumentado por hiperextensão ou hiperlordose da coluna lombar (dobrando o tronco para trás), pois estas posturas causam o estreitamento adicional do canal espinhal. Por outro lado, a hiperflexão (dobrando o tronco para frente) anula lordose, resultando em um alargamento do canal espinhal e alívio dos sintomas.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O termo estenose do canal vertebral lombar (ECL) significa a diminuição do espaço anatômico do canal espinhal (local por onde passa a medula e raízes nervosas) e está associado com uma infinidade de sintomas clínicos. A incidência anual de ECL é de cerca de cinco casos por 100.000 indivíduos, sendo quatro vezes maior comum na região lombar do que na cervical. O sintoma característico de ECL é a Claudicação Neurogênica Intermitente, que é a dificuldade em caminhar curtas distâncias devido a fortes dores nas pernas e costas, devendo o paciente sentar-se para poder voltar a caminhar.
ECL podem ser classificadas de acordo com a etiologia (origem primária ou estenoses secundárias) ou de acordo com a anatomia (central, lateral, ou estenose foraminal). ECL primária é causada pelo estreitamento congênito do canal medular, em que os pedículos são mais curtos. A estenose secundária pode resultar de uma ampla gama de condições, mas na maioria das vezes relaciona-se à degeneração crônica, resultando em instabilidade e compressão das raízes nervosas. Outras causas de estenose secundária incluem doenças reumatológicas, osteomielite, traumatismo, tumores, e, em casos raros, doença de Cushing.
A estenose pode ocorrer em um ou em vários níveis ao mesmo tempo, podendo ser unilateral ou bilateral. A estenose entre a quarta e quinta vértebras lombares (L4-5) é a mais frequente, seguida por L3-4, L5-S1 e L1-2. A degeneração do disco intervertebral muitas vezes provoca um abaulamento discal, gerando um estreitamento do canal espinhal (estenose central). Como consequência, perde-se também altura do disco, diminuindo o espaço do recesso lateral e do forame intervertebral (estenose foraminal), exercendo pressão sobre as articulações facetarias e comprimindo as raízes nervosas. Esse aumento de carga também pode levar à artrose das facetas, espessamento dos ligamentos amarelo e longitudinal posterior, além de hipertrofia das cápsulas articulares e o desenvolvimento de cistos facetários (estenose lateral). Como consequência desses acontecimentos, há instabilidade no nível afetado.
A redução da altura do segmento faz o ligamento flavum (ligamento amarelo) se dobrar e se espessar, comprimindo a dura-máter espinal em sua porção posterior (estenose central). A instabilidade concomitante devido à frouxidão ligamentar e degeneração dos discos e facetas intensificam as alterações preexistentes, acelerando o processo degenerativo.
Cada um desses vários processos degenerativos que participam no desenvolvimento de ECL pode causar sintomas clínicos independentes e tornam o diagnóstico e o tratamento mais difíceis. O sintoma mais comum associado à ECL é a claudicação neurogênica intermitente. A compressão da raiz provoca inflamação localizada, que afeta estado excitatório do nervo, gerando dor. O grau de compressão é aumentado por hiperextensão ou hiperlordose da coluna lombar (dobrando o tronco para trás), pois estas posturas causam o estreitamento adicional do canal espinhal. Por outro lado, a hiperflexão (dobrando o tronco para frente) anula lordose, resultando em um alargamento do canal espinhal e alívio dos sintomas.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

A ECL pode ser diagnosticada somente se os sintomas clínicos relevantes aparecerem em certas posturas da coluna (por exemplo, quando em pé ao invés de sentado ou deitado). Em contraste com as características anatomopatológicas bem definidas, as características clínicas da doença são heterogêneas e, muitas vezes, incluem sintomas neurológicos. Tipicamente, os sintomas dos pacientes compreendem alterações motoras, sensitivas e de reflexo na perna, com as dores usualmente concentradas na região posterior, que se desenvolve lentamente e persiste ao longo de vários meses, ou mesmo anos, podendo acometer uma ou ambas as pernas, de intensidade igual ou diferente entre elas. A dor nas costas é normalmente localizada na coluna lombar e pode irradiar para a região do glúteo, virilha e pernas, muitas vezes exibindo característica radicular. Em casos de estenose do recesso lateral ou estenose foraminal, a radiculopatia isolada pode ocorrer (sem dor nas costas).
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Com o aumento da expectativa de vida, a prevalência de doenças relacionadas à idade torna-se cada vez maior. A procura por uma melhor qualidade de vida tem levado um maior número de pacientes a procurar auxílio médico. As novas tecnologias de exames de imagem favorecem o diagnóstico da ECL, definindo precisamente o local e as características do problema. Assim, a ECL tornou-se uma das indicações mais comuns para a cirurgia da coluna lombar, refletindo a necessidade de locomoção e liberdade exigida pela população idosa nos dias de hoje.
Dentre as opções de tratamento, inicia-se com o conservador ajustado às necessidades do paciente. O repouso e a administração de anti-inflamatórios são indicados na fase aguda da inflamação dos nervos. Na fase pós-aguda, recomenda-se a fisioterapia para o fortalecimento da musculatura envolvida, aliada a analgesia e correções posturais. Caso a dor ainda persista, é possível utilizar um tratamento intervencionista da dor , que consiste em injeções espinhais de corticoide para o tratamento da inflamação local. Em alguns casos, a alteração anatômica é muito intensa, e a correção cirúrgica torna-se necessária. O objetivo da cirurgia é melhorar a qualidade de vida do paciente, diminuindo a dor e possíveis déficits neurológicos. Consiste basicamente na descompressão dos nervos afetados e do saco dural. Quando há comprometimento do disco intervertebral e outros componentes da articulação, a artrodese (fusão lombar) pode ser indicada, com a substituição do disco doente por uma prótese de PEEK ou titânio (cage intersomático). Existem diferentes técnicas de abordagem cirúrgica, tanto para descompressão quanto para artrodese. Dentre as alternativas minimamente invasivas, podemos citar a descompressão “Over the top” e a fusão lombar por XLIF.
Referências
1. Molina M, Wagner P, Campos M. Actualización en estenorraquis lumbar: diagnóstico, tratamiento y controversias. Rev Médica Chile. 2011 Nov;139(11):1488–95.
2. Siebert E, Prüss H, Klingebiel R, Failli V, Einhäupl KM, Schwab JM.
Lumbar spinal stenosis: syndrome, diagnostics and treatment. Nat Rev Neurol. 2009 Jul;5(7):392–403.
http://patologiadacoluna.com.br/estenose-do-canal/